ritasambadoritasambadohttps://www.ritasambado.pt/blogSe não te abrires para aprender, pouco vais conseguir ensinar]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2019/03/15/Se-n%C3%A3o-te-abrires-para-aprender-pouco-vais-conseguir-ensinarhttps://www.ritasambado.pt/single-post/2019/03/15/Se-n%C3%A3o-te-abrires-para-aprender-pouco-vais-conseguir-ensinarFri, 15 Mar 2019 14:36:13 +0000
A poucos dias de embarcar de novo para a India, senti que deveria realmente escrever sobre este tema.
Na próxima semana parto de novo, para mais uma semana intensiva na Clínica de Estudos Avançados de Homeopatia. Talvez não o precisasse de fazer, porque tenho óptimos resultados com os meus pacientes, porque estou a conseguir alargar efectivamente a homeopatia, porque cada vez me encanto mais com o poder de cura desta medicina, etc, etc...mas precisava.
Precisava por mim, pelos meus pacientes, e por toda a humanidade.
A nossa evolução é a nossa maior responsabilidade
Estamos aqui para nos desenvolvermos, para evoluirmos como seres, ajudando a humanidade a evoluir como um todo. E portanto, para todos, todos nós, a aprendizagem é factor importantíssimo na nossa evolução. É aquilo que nos permite comprimir o tempo e chegarmos mais rápido ao nosso potencial.
É importante honrarmos esta parte de nós que quer continuar a crescer
Sempre que sentimos inquietude, desajustamento, desânimo, é porque estamos perante um momento de crescimento. Um momento em que as várias dimensões de nós fazem um movimento para encontrarem um novo equilíbrio, um novo contexto.
Dificilmente ensinarás se não te propuseres a aprender
Quem gosta de aprender tem de encontrar um escape para a sua aprendizagem; e quem gosta de ensinar tem ainda mais responsabilidade de honrar este acto maravilhoso de passagem de conhecimento. Não precisas de ser terapeuta para que isto te faça sentido. (Se fores ainda mais fará !) Bastas seres alguém na vida de alguém. A tua evolução vai sem dúvida inspirar a evolução de outros.
Aprende com os mestres
Os mestres, as pessoas que fizeram de uma forma brilhante caminhos semelhantes àqueles que estamos a querer traçar, podem poupar-nos anos na nossa evolução. Conhecem as ambições e os desafios; as oportunidades e as armadilhas. Trazem-nos perspectiva e imensidão.
Honra a tua linhagem
Como em tudo na vida, é importante honrarmos a linhagem, aquilo que nos suportou a chegar onde chegámos; e aquilo que ainda nos suporta nas ambições de evolução que ao longo da vida vamos tendo. São essas pessoas que tornam o nosso caminho mais fácil, que nos mostram que existe percurso, que alisaram toda uma estrada para que hoje com muito mais firmeza a possamos pisar.
Pára !
E no final de tudo, a aprendizagem também nos permite parar ! Parar a rotina e a cristalização. Parar o modo automático como às vezes levamos a nossa vida. Parar as dúvidas e os medos, que nada mais são do que reflexo de um coração que está a precisar de amor e atenção. Parar traz-nos a clareza e a direcção. É do nada que tudo aparece.
Nem por um momento, adies a tua aprendizagem !
Quem já fez o caminho, quem já teve as tuas dúvidas e as tuas inquietudes, sabe como te inspirar a evoluir.
Pode ser um enorme suporte para ti. A minha vida não seria o que é hoje, não tivesse eu tido a benção de encontrar tantas almas iluminadas pelo caminho.
Em amor de evolução,
Rita
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Como a minha vida me trouxe ao que hoje sou...]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/10/25/Quando-te-sentes-perdida-nos-teus-talentoshttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/10/25/Quando-te-sentes-perdida-nos-teus-talentosThu, 25 Oct 2018 17:18:40 +0000
Para quem não sabe, durante um certo período da minha vida, ter uma série de talentos que tinha vontade de explorar, e não saber exactamente como conjugação-los ou que forma lhes dar, foi um problema.
A minha vida estava toda centrada no Marketing, até aparecer o yoga; depois a alimentação natural e depois a Homeopatia.
Mas como do caos nasce a ordem, e da confusão nasce a clareza, para a minha própria orientação, comecei nessa altura a desenvolver ferramentas. Perguntas e caminhos que me ajudassem a perceber qual o meu próximo passo, como me poderia efectivamente desenvolver no meio de tantos tentáculos e tantas solicitações.
Fiquei então com uma dúvida ainda maior...ao marketing, à cozinha, ao yoga e à homeopatia, juntei o desenvolvimento pessoal. Sim porque o caminho da auto exploração e da criação de ferramentas de introspecção, foi aqui que me levou.
E cada um destes desafios, eu não levava propriamente de uma forma superficial...
Era Directora de Marketing de uma Companhia de Seguros, formei-me entretanto em Homeopatia, (7 anos de estudo intensivo + 1 pós graduação na India + não sei quantos seminários internacionais), um livro de cozinha escrito ("Cozinhar com o Coração") e um 1 ano e meio de aprendizagem para professora de yoga.
E foi exactamente com as minhas ferramentas que ganhei a clareza para passar a assumir a cozinha e o yoga de uma forma não tão exigente, passando-lhes a dar o estatuto de "hobby" !
Fiquei então com o Marketing, a Homeopatia e o Desenvolvimento Pessoal.
E são esses ainda os dons que exerço de forma dedicada e apaixonada. Entendi que na base de todos eles, está um eixo comum - o de ajudar as pessoas a irem mais fundo dentro de si, a resgatarem o seu potencial e com isso criarem um verdadeiro impacto no Mundo ! É isso que faço com o Desenvolvimento Pessoal, com a Homeopatia, e com o Marketing.
[O meu mais recente livro "Marcas com Propósito", é a prova disso].
Ainda tenho diversos tentáculos, mas tenho um mesmo fio condutor em todos. Já não me sinto dispersa, antes munida. Experimentei todas e cada uma destas dádivas, até encontrar aquelas que realmente mais me significavam - a mim, e consequentemente a quem comigo contactava.
Por isso, se te sentes perdida nos teus inúmeros tentáculos, não vejas isso como um problema. Olha para isso como a estrela dos teus talentos.
[Já viste a benção que é seres presenteada desta forma?]
Olha para esse facto, como um caminho que se vai traçando de acordo com dose de autenticidade que estás disposta a assumir.
A vida ganha outra cor, outra beleza, outro entusiasmo.
Adorava saber a tua opinião nos comentários !
Um abraço apertado,
Rita
PS : Este é o tema que me apaixona, foi a essência que eu tanto explorei e que insisti em conhecer. Se este tema te interessar também, espreita o mais novo retiro (aqui) que estamos a proporcionar através da EUS School of Being.
Vais amar !
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Acredito no amor, na magia e no potencial humano !]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/08/15/Acredito-no-amor-na-magia-e-no-potencial-humano-https://www.ritasambado.pt/single-post/2018/08/15/Acredito-no-amor-na-magia-e-no-potencial-humano-Wed, 15 Aug 2018 12:31:00 +0000
Estas foram as palavras que espontaneamente me saíram quando me confrontei com a pergunta - em que é que acreditas na vida?
Este é um exercício que usamos muito e que está também presente também no Livro Master your Life.
Sabermos aquilo em que acreditamos na vida dá-nos alento, espaço e identidade. Dá-nos perspectiva, visão e amplitude. Esperança e Fé, por sabermos ser algo que não vai nunca se esgotar.
Aquilo em que acreditamos são assim, as forças que iluminam a nossa existência e com as quais podemos propositadamente conectar a cada momento.
Acredito no amor.
Como força divina, capaz de mover mundos, e de suster coisas. Força que nos pode transformar e tornar ainda mais forte qualquer acreditar. Emoção divina que nos põe em contacto a cada momento com a nossa verdadeira natureza.
Também acredito na magia.
Entenda-se aqui magia como a capacidade que temos de, a cada momento, transformarmos a nossa consciência . Esta para mim é a Mãe de todas as transformações. Para alguma coisa ser possível, ela tem que em primeira mão ser, na nossa mente e no nosso coração. Só assim será depois possível na nossa existência. (Isto parece esotérico, mas há muito poucos anos, se descrevessemos um smart phone e as suas capacidades, seria entendido como magia !)
Também acredito no Potencial Humano.
É isto que me faz mover todos os dias e continuar incessantemente a criar, instrumentos e ferramentas que tornem mais fácil este desbravar de caminho do potencial humano. A nossa história está cheia de grandes avatares que nos provam que a capacidade humana é infinita !
E tu, em que é que acreditas?
O que é que ilumina a tua existência?
Em amor,
Rita
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O kit de remédios que podes sempre levar para férias]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/07/28/O-kit-de-rem%C3%A9dios-que-podes-sempre-levar-para-f%C3%A9riashttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/07/28/O-kit-de-rem%C3%A9dios-que-podes-sempre-levar-para-f%C3%A9riasSat, 28 Jul 2018 17:36:39 +0000
Há coisas com as quais somos deparados nas férias, que não têm importância nenhuma do ponto de vista da saúde, mas que podem criar algum distúrbio num suposto momento de lazer.
Uma queda, uma picada de insecto, uma pequena intoxicação, etc...é o suficiente às vezes para nos retirar alguma paz.
Foi com este propósito que resolvi colocar em papel, a lista de remédios que levo normalmente comigo para férias. (Ok, levo mais alguns, por vício de homeopata, mas estes são aqueles a que mais recorro).
Quem me conhece sabe que uso a Homeopatia, sempre na sua forma mais exponencial, ou seja, de potenciar a energia original da pessoa por forma a que um novo equilíbrio dispense todos os sintomas. É isto que defendo, e é assim que trabalho. Mas isto não quer dizer que não leve comigo sempre para férias um conjunto de remédios que uso de forma esporádica para resolver questões pontuais.
O que aqui partilho, são um conjunto de remédios que levo sempre comigo, e que me ajudam nestas mini urgências. Isto não deve ser confundido com um tratamento homeopático e profundo, mas apenas como uma forma de aliviar o momento.
Apis Mellifica: picada de insectos, sobretudo com inchaço
Arnica Montana: para quedas, traumas
Cantharis: queimaduras solares
Chamomilla: insónias, irritabilidade, dores de dentes a crescer
Colocynthis: cólicas abdominais
Hypericum Perforatum: Dores nervosas; Traumas que afectem os terminais nervosos
Ipecacuanha: náusea e vómitos
Mercurium Solubilis: dores de garganta e aftas
Pulsatilla: Dores de ouvido, temperamento “clinging”
Pyrogenium: feridas com pus
Rhus-tox: entorses
Silica: tratamento de feridas com pus; eliminação de corpos estranhos (tipo estilhaços de vidro)
Urtica Urens: urticaria
Sugiro todos estes remédios em grânulos, numa potência não superior a 30CH.
Podem ser tomados 2 grânulos de 2/2 horas. Ao fim de 2/3 tomas deverá ver melhorias óbvias. Se isso não acontecer por favor procure acompanhamento qualificado.
Não exceder a toma total de 10 grânulos.
Reforço que estas recomendações se destinam a questões menores. Não devem ser substituto de um acompanhamento qualificado.
Para tratamentos mais profundos, recomendo mesmo que iniciem um tratamento homeopático. É a forma de conseguir uma cura mais profunda a todos os níveis - físico, mental e emocional.
Qualquer dúvida, usem por favor o email.
Desejo umas férias lindas, em saúde
Rita
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O que é que tem realmente de ser curado…]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/07/23/O-que-%C3%A9-que-tem-realmente-de-ser-curado%E2%80%A6https://www.ritasambado.pt/single-post/2018/07/23/O-que-%C3%A9-que-tem-realmente-de-ser-curado%E2%80%A6Mon, 23 Jul 2018 08:54:36 +0000
Quando não conseguimos entender o que tem de ser curado, infelizmente não conseguimos ir muito para além do alívio (ou às vezes supressão) dos sintomas que a pessoa traz. A verdadeira cura só acontece quando nos elevamos como um todo, ao nível da nossa saúde física, mental e emocional. E para isso acontecer é mesmo importante, entender o que tem de ser curado.
O que tem de ser curado é aquilo que a doença está impedir a pessoa de fazer…
É essa a chamada de atenção da vida para com nós próprios. As pessoas às vezes querem apenas ver-se livres da doença (física ou apenas impedimento), quando o que está realmente a ser oferecido no momento é uma oportunidade de cura como um todo.
Às vezes estamos apenas a querer silenciar uma infecção urinária, quando por trás disso o que está a ser oferecido é uma oportunidade de elevação a um nível muito mais profundo na vida.
Se queremos mesmo aproveitar este processo da doença, temos que o entender no seu impacto mais profundo…
Qual o efeito da patologia em nós? O que é que os sintomas nos impedem de fazer?
Esta é a herdeira reflexão que nos vai guiar no caminho da cura.
O que é fica em causa em plena doença? O que é que deixa de ser feito perante uma infecção urinária, por exemplo?…É uma disponibilidade permanente para os outros que deixa de existir? É uma necessidade de trabalhar horas a fio que fica comprometida? É uma impossibilidade de intimidade com o marido/mulher?…
É isto que tem de ser curado ! É isto que esta a causar ardor na vida da pessoa !
Quanto mais conheço a homeopatia, mais me sinto abençoada por esta ciência se ter cruzado no meu caminho. Às vezes é até mais do que isso. É o milagre de assistir aos pacientes a tomarem consciência e amor pelo seu processo de evolução.
Acho que não podemos querer nada de melhor na vida.
Em amor de cura,
Rita Sambado
CONSULTAS
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A saúde que temos de começar a criar]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/07/02/A-sa%C3%BAde-que-temos-de-come%C3%A7ar-a-criarhttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/07/02/A-sa%C3%BAde-que-temos-de-come%C3%A7ar-a-criarMon, 02 Jul 2018 20:32:54 +0000
Uma das coisas que mais me assusta assistir diariamente no consultório é às crenças que as pessoas foram edificando nas suas cabeças acerca da sua saúde. Esta simples crença acaba por comandar as suas vidas e obviamente a sua saúde.
Perante uma adversidade, as pessoas experienciam muitas vezes sentimentos de incapacidade e condenação. Sentem-se desempoderadas. Tornam-se plateia de um espetáculo para o qual, muitas das vezes, não compraram bilhete.
Mas não tem de ser assim !
O corpo humano está desenhado para se curar, para se regenerar, para viver. É a percepção que temos da nossa saúde e das ameaças à mesma, que faz tremer todo este equilíbrio.
Como é que é possível acreditarmos mais que um cancro nos pode matar, do que na possibilidade que temos de cura do mesmo? (seja ela qual for, mais física ou mais esotérica, mais química, ou mais natural…).
Acreditar cegamente que uma doença nos pode matar, consigo entender que tem as suas raízes naquilo a que vamos assistindo e constatando ao nosso redor. Muitas vezes não testemunhando mas absorvendo as crenças e matrizes de pensamento das pessoas ao nosso redor. Mas não podemos transformar isso numa verdade absoluta e muito menos numa sentença. Temos de aceitar que muitas vezes estamos apenas a lidar com pensamentos estatísticos, baseados em realidades anteriores, e portanto enraízados em experiências passadas. Ora o passado não faz o futuro !
A nossa mente racional tem tendência a raciocinar com o que conhece, em lidar com os conceitos nos seus polos; com o preto ou o branco. Conhece pouco os tons intermédios, as tonalidades que o pensamento mais aberto e mais infinito nos traz.
Se estivermos sempre no mesmo nível de pensamento, não damos abertura para que nada de novo entre, para que uma nova perspectiva possa iluminar esta velha questão. [Reparem que não foi com base no passado, no conhecido, que foram concebidas as diversas invenções da humanidade e não é também com ele que vamos adquirir um verdadeiro estado de saúde].
Julgo que neste tema da saúde é necessário que abandonemos um pouco este nosso enquadramento mais fechado e nos abramos às infinitas possibilidades que estão sempre disponíveis, embora muitas vezes não as sejamos capazes de ver. É por aqui que acreditamos em nós, e que podemos dentro de nós construir a realidade em que realmente queremos viver.
Não pretendo com isto aligeirar nenhuma da gravidade que uma série de patologias acarretam, mas apenas convidar a uma maior abertura por parte da nossa mente para que possamos nela semear a possibilidade de um novo caminho, a possibilidade de um novo desfecho. O de acreditar de que o corpo humano conhece a cura e que, reunidas as condições, ele se consegue efectivamente elevar a um estado diferente de saúde. Julgo que é esta a perspectiva a partir da qual conseguimos até uma maior admiração e uma maior consideração por nós. Porque é a partir daqui que temos uma atitude de confiança para com nós próprios e com a nossa capacidade de criação. Não estamos aqui apenas para criar arte e factos, mas também para elevar esta nossa capacidade criadora ao nível de uma cura universal.
A começar está claro por nós.
Tu mereces !
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O que me apaixonou na Homeopatia]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/06/29/O-que-me-apaixonou-na-Homeopatiahttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/06/29/O-que-me-apaixonou-na-HomeopatiaFri, 29 Jun 2018 12:25:43 +0000
Devo confessar que quando decidi estudar homeopatia, fi-lo apenas com o desejo de desenvolver mais uma dimensão de mim. Na verdade, duas. Sempre tinha gostado de saúde natural e sempre tinha gostado de psicologia. E foi assim que numa base simplista e um tanto ingénua decidi aos 36 anos de idade ir estudar Homeopatia. Foi assim que, através do que pesquisei, entendi numa primeira fase, a homeopatia.
A verdade é que, o pensei ser um curso que faria “com uma perna às costas”, revelou-se num projecto altamente exigente onde tive que realmente mostrar persistência para o conseguir levar a bom porto. Aliás talvez esse tenha sido o meu maior desafio de consistência pelo qual tive que passar na vida.
Foram dias difíceis, ou melhor exigentes. Tinha na altura uma equipa de 60 pessoas à minha responsabilidade, uma carreira constituída numa empresa convencional, uma família de (na altura ainda) 4 filhos e uma prática intensa de yoga. Nas alturas mais intensas e desafiantes, lembro-me de acordar às 5h e estudar até às 7h; ajudar os miúdos; e sair para praticar até às 9h. E entrar depois no escritório para um dia intenso de responsabilidades.
Mas não sei como, este foi realmente um projecto que nunca quis deixar para trás. E uma vez no caminho, porque não testar a sua eficácia e dar também algumas consultas, começando naturalmente pelas pessoas mais próximas? E aqui começou o fascínio…como é que sem recorrer a químicos, conseguia realmente aliviar as pessoas?
Esta experiência obviamente levou-me à outra - a de ajudar pessoas fora do meu ciclo de amigos e família. E aqui a surpresa foi ainda maior. Pude testemunhar o enorme poder da homeopatia, que ao realinhar energeticamente a pessoa, a expandia também em todas as suas dimensões.
Já não estávamos a falar só de saúde. A saúde era um passo, ou talvez até um convite, para um percurso bastante maior.
Nós somos seres energéticos. E quando estamos energeticamente em equilíbrio não temos doenças. As doenças, ou os seus sintomas, são como que a linguagem do organismo, ou do nosso sistema energético, a pedir para ser re-equilibrado. E este equilíbrio não é apenas físico, mas também mental, emocional e espiritual. E esta foi assim a grande surpresa para mim. Não só conseguia através da homeopatia trazer o alivio aos sintomas físicos, como via as pessoas a passarem para um outro nível em termos da sua vivência. Porquê? Porque a verdadeira saúde acontece quando realmente experienciamos um alinhamento em todos estes planos. Quando o que fazemos está alinhado com o que somos, pensamos e sentimos.
Quando a nossa energia é realinhada, ficamos mais próximos da nossa verdade, mais autênticos, mais felizes. Ficamos mais capazes !
Estou profundamente agradecida por ter tido esta oportunidade na vida, que veio acredito, da minha curiosidade e incessante necessidade de ir mais além. Mas que teve sem dúvida a ajuda de tantas pessoas maravilhosas que se cruzaram (e não na) minha vida.
Mais do que um convite a uma outra forma de saúde, esta partilha vai no sentido de nunca te esqueceres que és o teu principal projecto. Que da tua disponibilidade, depende o acordar. Que do teu acordar depende a tua felicidade. E a dos que te rodeiam.
A vida ganha mesmo mais sentido, quando decides sempre deixar florescer mais qualquer coisa em ti. E ficas assim com isso naturalmente surpreendida pelas tuas infinitas capacidades. Afinal não sabias que tinhas tanto para acrescentar.
Acredita em ti,
PS - Numa próxima partilha, explicar-te-ei com mais detalhe esta minha paixão por esta ciência de cura. Se tiveres algumas questões, por favor não hesites em contactar.
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O que podes fazer para aumentar a tua auto-confiança]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/06/19/O-que-podes-fazer-para-aumentar-a-tua-auto-confian%C3%A7ahttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/06/19/O-que-podes-fazer-para-aumentar-a-tua-auto-confian%C3%A7aTue, 19 Jun 2018 19:56:54 +0000
A auto-confiança é um ingrediente absolutamente essencial para levarmos a cabo os diversos planos que temos para nós próprios e para a nossa vida. É como que um combustível que alimenta a nossa ambição.
Quando estamos confiantes, traçamos planos ambiciosos, abraçamos a vida, tornamo-nos amantes das infinitas possibilidades; quando estamos menos confiantes, a nossa vida enche-se de dúvidas e medos. Passamos a actuar na contracção e não na expansão. Retraímo-nos em vez de nos expandirmos.
Acredito que se não confiarmos em nós, não confiamos na vida e portanto não estamos abertos às infinitas oportunidades que a mesma tem para nos oferecer.
Confiarmos em nós, envolve dizermos “não” a este comportamento inconsciente em que tantas vezes caímos de sermos altamente julgadores de nós próprios, de não acreditarmos nas nossas capacidades. Na base de uma fraca auto-estima estão pensamentos repetidos de desvalorização, de pessimismo, de dúvida.
[Tomarmos conta dos nossos pensamentos é uma enorme responsabilidade nossa. Reparem que estes ciclos depressivos em que muitas vezes entramos são totalmente contra a mais pura natureza humana. Os animais, não têm isto, e a vida em geral não é disto que nos fala].
Isto, são padrões de pensamento, alimentados pela nossa mente de uma forma descontrolada, mas quase automática. É este o ciclo que precisamos interromper.
Não tem mal, sermos de vez em quando confrontados com um pensamento menos simpático. Faz parte da vida, e olho para isso como uma nuvem que passageiramente se colocou à frente do sol. O que tem mal, é o modo como nos apropriamos dos mesmos, como construímos em cima deles e pior, tornamo-los parte da nossa identidade. “Sou péssimo nisto, ou naquilo”, por exemplo. A auto-estima, a auto-confiança são competências que se treinam.
Da mesma forma, que escolhemos os alimentos que queremos que façam parte da nossa alimentação, assim devemos escolher também os pensamentos que queremos que habitem a nossa mente. Existem duas premissas que acho importante partirmos para conseguirmos fazer realmente esta transição.
O amor próprio é uma escolha.
Esta é talvez a base mais essencial para toda uma realidade que queremos (re)criar. É responsabilidade de cada um de nós, tomada de forma consciente, decidir o tipo de pensamentos que queremos que habitem a nossa mente; o tipo de valores que queremos cultivar acerca de nós próprios. Sem amor próprio, não há amor para os outros. Ninguém pode dar a partir de um bolso vazio.
As situações que me acontecem na vida, em nada determinam o meu valor.
As situações que nos vão acontecendo ao longo da vida, são apenas a história da nossa viagem, e não as variáveis indicativas do nosso valor próprio. Errar, não está errado…está ao serviço da experiência e da respectiva aprendizagem.
E o que podemos então fazer para alimentar a auto-confiança?
#1 escreve tudo aquilo que já conquistaste na vida
Muitas vezes nos esquecemos da quantidade de coisas absolutamente fantásticas que já fizemos na vida. Desde as maiores às mais pequenas, das mais difíceis às mais fáceis, todas tiveram o seu grau de desafio, todas contribuíram para o que somos hoje. E por isso, sempre que sentires a tua auto-confiança abalada reúne numa lista, as principais coisas que conquistaste ao longo da vida. Vais ver que só isso vai mudar a ideia que tens de ti próprio.
#2 termina cada dia com uma lista de conquistas
Treina em ti este sentimento de conquista. A conquista traz-nos a prova que a nossa mente precisa para acreditarmos mais em nós. E neste sentido, uma coisa que te pode ser muito útil é criares o hábito de enunciares diariamente as tuas conquistas.
#3 se tivesses que falar por ti…
Uma das coisas que muitas vezes resulta também, é colocares-te no papel de uma terceira pessoa a falar bem de ti próprio…o que diria essa pessoa?. Tipo “A Joana tem uma enorme capacidade de concretização”… Nesta mesma linha, se quiseres ir mais fundo, escreve uma carta ao teu chefe imaginário a recomendar-te, que capacidades dirias que tens? O que em ti poderia fazer a diferença na equipa? Porque é que és, no fundo, a pessoa certa?
#4 lista todas as situações difíceis que tiveste e como conseguiste transcendê-las.
Se fores uma pessoa que precisa mesmo de ser convencida, podes também listar as situações todas que de alguma forma foram para ti desafiantes na vida e a forma como conseguiste superá-las e talvez até transcendê-las. Vais levar um verdadeiro “banho de auto-estima”!
#5 enuncia diariamente as coisas pelas quais estás grata
O amor e a auto-confiança andam de mão dada, um alimentando o outro. E uma das formas mais fáceis de abrir em nós este sentimento de amor, é exactamente através da percepção da gratidão, do quão gratos estamos por uma série de coisas que temos na vida. Isto vai-nos devolver a certeza do que também temos e retirar cada vez mais de nós, a tentação para vestirmos o papel da vítima que tantas vezes nos tenta.
Sobretudo, não te esqueças…
Tu és o teu melhor amigo !
Se não assumires esta verdade, vais sempre estar a actuar a partir de uma plataforma de dívida, de dar sempre a mais do que aquilo tens, a distribuir sem abastecer. Entrarás na tentação de ir buscar aos outros, o que não tens em ti - a aprovação.
Tu és dono da tua vida, e o maior fã de ti próprio. Só isso te dará a força e a segurança de continuares o teu caminho.
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Não te esqueças que é muito importante ao longo deste processo que tenhas bem presente o teu objectivo. Muitas vezes a nossa mente consegue interpor-se no nosso caminho com a desculpa da razão, com a necessidade da objectividade. Aqui não há o certo ou errado. Aqui há uma vontade. A vontade de alterar, para o bem maior, a opinião que alimentamos acerca de nós próprios.
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Experimenta estas dicas. Se ainda assim, continuares com dúvidas acerca do teu valor, posso-te ajudar de uma forma mais personalizada.
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O que tens de fazer quando te sentes parado e sem energia]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/06/10/O-que-tens-de-fazer-quando-te-sentes-parado-e-sem-energiahttps://www.ritasambado.pt/single-post/2018/06/10/O-que-tens-de-fazer-quando-te-sentes-parado-e-sem-energiaSun, 10 Jun 2018 17:04:10 +0000
Volto a este tópico hoje, porque realmente durante esta semana, este tema tem chegado por várias frentes. Está muita gente triste, desacreditada, sem energia ou, ainda pior, absolutamente anestesiada no inevitável “vai-se andando” do dia-a-dia.
Se te sentes parado, a má notícia é que, provavelmente,
em vez de parado, até estás a andar para trás.
Nada na vida pára. Ela continua sempre dia após dia, e cada vez mais depressa.
Se sentes que estás parado(a), é porque muito provavelmente até estás a retroceder. E de certeza que este padrão se está a repetir em várias áreas da tua vida. Se calhar não é só trabalho, se calhar não é só na vida social, se calhar até os intestinos estão mais parados!
E que mais sinais precisas tu para actuar?
A boa notícia, é que tens formas de contrariar essa tendência.
Tudo neste universo é energia e assim sendo, tudo se movimenta em pólos, em positivo e negativo, em cheio e vazio, em depressa e parado. E é com esta mesma premissa que vais dar a volta à situação.
Como? Activando o contraponto.
Estar parado é o polo oposto de estar em movimento.
Se tens um lado estagnado, tens de activar o extremo oposto. Picando o monstro adormecido do outro lado da rua. Actuando no contrário.
Mexe a tua casa, mexe a tua agenda, mexe o teu corpo, mas mexe!
E isto por si só vai desencadear uma série de movimentos entrelaçados. Como peças de dominó que se empurram entre si naquela dança silenciosa.
Senão consegues actuar directamente vai à volta!
Se existem áreas onde não consegues activar de forma directa, como por exemplo o trabalho, existem outras em que a sua activação é imediata. Por exemplo na forma física. É fácil começares a dedicar um período de tempo diário em que te movimentas, em que praticas exercício físico. E isso por si só vai contagiar energeticamente uma série de facetas da tua vida. Porque o que está em ti, está fora de ti.
Vais-te sentir mais vivo(a), mais confiante, com mais vontade de olhar no espelho e agradecer os pequenos mistérios da vida!
Com amor,
Rita
PS – Espero que estas pequenas partilhas possam ser uma ajuda no teu caminho, na descoberta de ti mesmo e do que vieste fazer ao mundo; no enorme desejo de que possas partilhar com o mundo o melhor de ti!
Adorava saber se te foi útil!
Se eu puder ajudar, fico grata. Se quiseres um acompanhamento mais personalizado, envia uma mensagem e falamos.
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As 4 etapas de um processo de cura]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2016/05/03/What-is-a-muscle-knot-why-does-it-happen-and-what-you-can-do-to-relieve-ithttps://www.ritasambado.pt/single-post/2016/05/03/What-is-a-muscle-knot-why-does-it-happen-and-what-you-can-do-to-relieve-itTue, 03 May 2016 16:03:43 +0000
Um dos ingredientes essenciais à cura é sermos mesmo capazes de percorrer o processo, de passar por cada uma das etapas (e das variadíssimas) oportunidades que as mesmas oferecem. São tomadas de consciência incríveis que nos elevam o significado da nossa vivência.
Escrevo hoje sobre isso, porque me deparo diariamente com pessoas estagnadas numa qualquer fase de uma jornada de cura, convencidas de que fizeram o processo e a não perceberem muito bem, porque razão mantém em si um sentimento de infelicidade. Isto acontece porque, na maioria das vezes não se permitiram evoluir no processo de cura. O processo parou, a energia estagnou.
De acordo com a minha prática, identifico como quatro as principais etapas de um processo de cura: o sofrimento, a tomada de consciência, a aceitação e finalmente a transformação.Qualquer uma destas fases tem uma aprendizagem, uma mensagem que importa recebermos antes de passarmos à fase seguinte. Saltarmos fases, não nos permite percorrer a totalidade da jornada, tornando o padrão original recorrente.
#1 O sofrimento
Esta é a fase da dor, a fase em que os alertas estão todos ligados e a sinalizar algo que necessita de ser transformado. Esta dor pode ser um trabalho que não gostamos, a perda de alguém querido, um hábito com o qual não nos identificamos…o que quer que seja que nos está no momento a trazer infelicidade.
Muitos de nós ficam nesta fase. A fase em que a dor se torna queixa, e aparece a revolta contra tudo o que nos acontece. Posicionamo-nos aqui como vítimas de circunstância. Desligamos todos os nossos reactores, e iniciamos o caminho do mártir.
A tentação em que não podemos mesmo cair neste momento é a de silenciarmos ou anestesiarmos esta dor. Fazermos de conta que ela não existe ou que não nos importa. (Desta forma desligaríamos todo o nosso sistema emocional, e com isso todo o contacto e prazer que tiramos da vida).
Essencial para fazer a travessia nesta etapa é a coragem e a presença. A coragem de estar de corpo e alma com o momento, com a dificuldade, com a dor. Só assim a mesma se mostra na sua plenitude e nos fala ao coração.
#2 A tomada de consciência
Com amor e enorme verdade, conseguimos algumas vezes passar à fase da tomada de consciência, a fase em que percebemos realmente o que nos está a acontecer, em que entendemos a história na qual estamos a ser personagens. Entendemos o nosso papel activo na construção e desenrolar da mesma.
Mas isto não é suficiente para desencadear o restante processo de cura. Podemos ficar aqui e não avançar. E isto é o que acontece quando lidamos normalmente com pessoas com um enorme foco mental e uma enorme necessidade de controlo. Permitiram-se sentir a dor, reconheceram todos as mensagens e padrões contidos na mesma, mas ainda não fizeram a incorporação, ainda não a aceitaram. (Típico de pessoas que nos mais pequenos pormenores, nas mais pequenas acções, não conseguem ser consequentes com o seu pensamento).
A tentação em que podemos cair nesta fase, é a de acharmos que conhecemos os nossos padrões e que nada temos a fazer. Deixamos todo o processo de cura apenas no plano intelectual, fechando-nos à vida e ao que a mesma nos oferece.
Essencial para esta fase é a introspecção, o silêncio, a atenção. A escuta interior, verdadeira e aberta, das mensagens do nosso coração.
#3 A aceitação
A aceitação é a etapa em que, não com resignação mas com celebração, entendemos em plena consciência e abraçamos com integridade os acontecimentos da nossa vida. Permitimo-nos sentir a dor, tomámos consciência das suas raízes e aceitámos a nossa parte co-criadora na mesma. Aceitámos cada detalhe da história. A luz, as sombras, os contornos e os enquadramentos. De corpo, de coração, em presença plena.
A tentação em que não podemos cair nesta fase é a de nos resignarmos, de “aceitarmos” em contrariedade (ou sem celebração pela benção de) todo este processo.
Essencial para esta fase são as qualidade da entrega, da confiança num bem maior, numa ordem superior das coisas.
E é assim que avançamos agora para a parte mais bonita do processo - a transformação, a alquimia da vida, em que através das nossas sombras enquadramos a nossa luz.
#4 A transformação
Esta é talvez a fase mais rica e mais desafiante de um processo de cura. A fase em que reconhecemos a sombra e honramos o seu papel na criação da perspectiva. É aqui que nos servimos da dor e a usamos como matéria prima para a nossa transformação. É aqui que entendemos todo o poder de transformação que uma adversidade pode conter. E honramo-la, e celebramo-la, e brindamos a toda a sua plenitude.
Esta é a fase em que, com uma enorme dose de humildade, reconhecemos efectivamente toda a riqueza do processo.
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A fase do processo em que bloqueamos, é normalmente a mesma qualquer que seja o desafio que estamos a enfrentar. São mecanismos de auto-sabotagem que aperfeiçoamos ao longo do tempo. Agora já podes perceber os próximos passos a dar.
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E tu? em que fase do processo de cura normalmente bloqueias?
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Em enorme compaixão,
Rita
PS - Se necessitares de ajuda a desbloquear um qualquer tema da tua vida, diz por favor. Esse é o nosso trabalho, a nossa histórioa, o que gostamos de fazer. Lembra-te que estás aqui para ser feliz!
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A supressão como uma forma de criar a doença]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2016/05/03/The-10-best-natural-medicineshttps://www.ritasambado.pt/single-post/2016/05/03/The-10-best-natural-medicinesTue, 03 May 2016 14:47:36 +0000
Não há doença, que não tenha na sua base alguma espécie de supressão. A supressão é uma forma de nos desligarmos para conseguirmos pertencer, para conseguirmos ser aceites, para mantermos uma “aparente” paz. Tudo isto são não verdades para nós; pedaços que necessitamos ignorar para conseguirmos, (achamos nós), sobreviver.
Quando suprimimos , quando não libertamos, quando não expressamos a nossa vontade, estamos a calar, a abafar, a restringir partes de nós. E isso traduz-se em resistência, em energia estagnada no nosso corpo. Prolongado no tempo traduz-se em doença. Começamos a ter partes de nós que não queremos estar a deixar viver e que naturalmente iniciam um processo de desintegração.
Não é nova a temática da influência psico-somática na doença. Também não é novo o impacto do stress. Talvez não seja tão falada a supressão. Porque é socialmente aprovada, porque é mais passiva, porque é diversas vezes entendida como boa.
Acredito plenamente que uma das razões da nossa vivência como humanos é a nossa expressão e que portanto, sob qualquer circunstância deve a mesma ser relevada para segundo plano.
Cada vez mais, em cada doença, em cada paciente que me aparece, eu consigo ver um padrão, consigo encontrar uma raiz, um comportamento de supressão que claramente é facilitador da manifestação da doença.
Se quiseres ir um pouco mais fundo nesta exploração, estas questões podem-te ajudar.
# que tipo de situações costumas suprimir?
# de quão longe vem essa tendência?
# consegues encontrar alguma possível ligação entre o tipo de doenças que tens e a supressão que fazes?
PS - Se te pudermos ajudar, através das nossas sessões individuais, envia-nos por favor uma mensagem. Conhecemos o processo e para nós, é um gosto enorme, poder contribuir para a tua libertação.
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A importância de definires a tua própria espiritualidade (e o inferno das massas)]]>Rita Sambadohttps://www.ritasambado.pt/single-post/2016/05/03/8-easy-techniques-you-can-do-at-home-to-unblock-your-chakras-1https://www.ritasambado.pt/single-post/2016/05/03/8-easy-techniques-you-can-do-at-home-to-unblock-your-chakras-1Tue, 03 May 2016 14:46:00 +0000
Nunca gostei de massas, de associações, de movimentos aparentemente fortes que acabam por abafar a individualidade de cada um dos seus elementos. Fui sempre defensora do caminho individual. Não por individualismo, mas pela importância de fazermos caminho, de crescermos, de entendermos o material de que são feitos os limites de nós. Sabermos em que é que acreditamos, o que mexe connosco, o que nos faz vibrar.
Nestes anos todos de busca, uma certeza encontrei. A minha própria espiritualidade.
Foi preciso viajar para a India para perceber que não tinha nada a ver com gurus; andar num colégio de freiras para comprovar que nada tinha a ver com religião, ler muitos livros, para perceber que tinha que escrever a minha própria história.
Hoje agradeço tudo isto.
E digo, com uma enorme vontade, o que é para mim espiritualidade.
Espiritualidade é a minha essência e o encontro diário com a mesma. É o subtil, o não óbvio. É o ver que num pequeno espasmo de uma perna à noite, está tanto de ti. É confiar na vida. É agradecer (já consigo, ufa!) sempre que alguma coisa acontece diferente do que eu esperava. É reconhecer uma porta que se abre num local que eu não queria entrar!! Ahaha, e assim se move a vida. E é disto que ela fala! De irmos pé ante pé, entender mais um pouco de nós. Sim porque entender da vida, nada mais é do que entender de nós.
Se eu tivesse que recomendar hoje um caminho mais curto, apenas diria...
1. aprende a sentir a energia, e a pensar em termos de energia;
2. dedica tempo diário a ti mesmo, ao vazio que te faz sentir cheio;
3. presta atenção a cada pequenino ponto de ti;
4. alimenta antagonismos; estica o que for preciso. (adoro esta!) É deste movimento que nasce o equilíbrio, a verdade de ti.
5. E aprende a trocar o “vou pensar” por “vou sentir”. Porque o teu pensamento está de alguma forma contagiado pelas massas, mas o teu coração é só teu!
E acima de tudo sê feliz. É mesmo giro viver!
Com amor,
PS – o que partilho hoje, resulta de um caminho diário que começou há mais de 10 anos. Isto é realmente o que gosto de fazer. Ajudar a trazer ao de cima o diamante de cada um de nós. Não hesites em enviar um mail, se achares que eu posso fazer algo pela tua luz. Seja homeopatia, seja acompanhamento individual numa perspectiva de desenvolvimento pessoal.
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